miércoles, 18 de marzo de 2015

EXAME DE PROFICIÊNCIA EM PORTUGUÊS PARA ESTRANGEIROS: ATÉ 01/04/2015



Está aberto o período de inscrições para a primeira edição de 2015 do Exame de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras).
O Celpe-Bras é o único certificado em Português do Brasil com reconhecimento oficial do governo brasileiro. É também exigido pelas universidades para ingresso em cursos de graduação e em programas de pós-graduação; internacionalmente, o documento é aceito em empresas e instituições de ensino como comprovação de competência na Língua Portuguesa.
O exame, organizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais “Anísio Teixeira” (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC), é aplicado no Brasil e em outros países com o apoio do Ministério das Relações Exteriores. O certificado é outorgado de acordo com o nível de proficiência dos candidatos, nas classificações “Intermediário”, “Intermediário Superior”, “Avançado” e “Avançado Superior”.
Os interessados devem se inscrever até o dia 1º de abril de 2015. Após a realização da inscrição, o candidato receberá, por email, informações sobre os procedimentos complementares para pagamento da taxa e encaminhamento de documentação. As provas serão realizadas no período de 19 a 21 de maio, sendo que a manhã do dia 19 é reservada para a prova da parte escrita do Exame.
Fonte:estrangeirosbrasil.com.br

domingo, 15 de marzo de 2015

MEC mudará sistema de revalidação de diplomas estrangeiros no Brasil.




Ministério da Educação (MEC) vai facilitar e reorganizar o sistema de revalidação de diplomas estrangeiros no Brasil. Uma resolução aprovada em fevereiro pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), que deve ser homologada pelo MEC, fará com que as universidades brasileiras, responsáveis por esse processo, sejam obrigadas a fazer a análise, independentemente de haver diferenças curriculares entre o curso no país de formação do candidato e o Brasil. Deve ser criado também um sistema para que, uma vez que um diploma de um determinado curso de uma instituição seja revalidado, por algum tempo todos os diplomas iguais também sejam, sem necessidade de fazer toda a avaliação curricular novamente.
Para conseguir o aceite de um diploma para trabalhar no Brasil, o estrangeiro hoje - ou o brasileiro formado no exterior - precisa entrar com um processo em uma das universidades do país que tenham cursos na área de sua formação. No entanto, o processo não tem prazo para resposta e a instituição pode simplesmente se recusar a aceitar até mesmo de fazer a análise alegando diferenças no currículo. Por exemplo, um curso que aqui tenha cinco anos e a formação original do profissional seja de quatro anos já é suficiente para a instituição recuse até mesmo a abertura do processo. Ou, por exemplo, um curso no exterior que seja de formação integrada em engenharia e arquitetura, como acontece no Uruguai, também é razão para a negativa.
"Não poderá haver recusa de análise e abertura de avaliação por divergência de organização curricular. A instituição poderá até recorrer à avaliadores externos para analisar currículos não conhecidos, mas não poderá negar, sob risco de perdermos profissionais com formação de qualidade", explica Luiz Roberto Curi, relator da resolução no CNE. O conselheiro defende que é esse intercâmbio curricular que há avanços. "Essa avaliação deve ser um instrumento de cooperação científica", defende.
Prazo maior. A outra mudança visa também a simplificar a revalidação ao estabelecer alguns parâmetros e prazos para as instituições. O principal deles é definir que, por um prazo ainda a ser definido, de 5 ou 10 anos, diplomas de instituições e cursos iguais terão que ser revalidados sem que o profissional tenha que passar por todo o processo de avaliação.
Ele terá apenas de entregar os documentos exigidos na mesma instituição que validou o diploma inicialmente, o que deve reduzir o tempo e o custo do processo. Uma espécie de banco de dados deverá ser criado. Hoje, uma revalidação pode custar até R$ 3 mil em taxas, traduções juramentadas e registro de documentos. "A Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal) já faz isso. Ela só manda estudantes para instituições já avaliadas e outros alunos já vem com o processo pronto", compara Curi.
Também se mantém o prazo de seis meses para a instituição aceitar o processo, mas define que será aberto um processo administrativo no caso de não cumprimento - hoje não há punições e frequentemente os processos demoram mais do que isso. Além disso, os candidatos só poderão abrir dois processos, em duas instituições diferentes, e o primeiro apenas depois da resposta negativa da primeira instituição. De acordo com o relator, isso foi feito para evitar processos concorrentes e trabalho duplicado. Atualmente, como os processos demoram e podem ser negados por razões dúbias, muitos profissionais iniciam vários ao mesmo tempo.
Fonte:folhavitoria.com.br


jueves, 12 de marzo de 2015

MAIS DE 51 MIL ESTRANGEIROS CONSEGUEM VISTO DE TRABALHO EM 2014.



Mais de 51 mil estrangeiros conseguiram vistos de trabalho no Brasil em 2014, informou o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nesta terça-feira.
O número total de estrangeiros que vieram para o Brasil foi de 51.751 pessoas, autorizadas a trabalhar tanto pelo Ministério de Trabalho quanto pelo Conselho Nacional de Imigração (CNIg). Das mais de 47 mil autorizações emitidas pelo MTE, 2.839 foram de caráter permanente e 44.420 de caráter temporário. Já o CNIg emitiu mais de 4 mil autorizações.
Italianos, japoneses e portugueses foram os que mais conseguiram autorizações permanentes para trabalhar no Brasil. Já entre os vistos de trabalho temporários, a maioria foi para norte-americanos, seguidos por filipinos, britânicos e indianos. O principal destino desses estrangeiros foi São Paulo; depois, Rio de Janeiro, Ceará e Bahia.
Nesses dados não estão considerados os trabalhadores estrangeiros que conseguem vistos temporários ou permanentes de trabalho pelo Acordo Mercosul, também chamado de Visto Mercosul (Argentina, Bolívia, Colômbia, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai), bem como, aqueles que têm a nacionalidade haitiana.
Em 2013, foi constada a presença de 120.056 trabalhadores estrangeiros latino-americanos e haitianos. Dessas nacionalidades em 2011, 79.578 imigrantes atuavam formalmente no País. Em 2012, esse montante totalizou 94.688. Especialistas estimam que em 2014 se ultrapassou os 150 mil estrangeiros originários dos países parte do Acordo Mercosul e do Haiti. Os haitianos cresceram de 814, em 2011, para 14.579 trabalhadores, em 2013.
Além dos haitianos, as outras nacionalidades que estiveram mais presentes no mercado de trabalho do Brasil entre 2011 e 2013 foram os bolivianos e os peruanos, com crescimento de 182,2%, também se destacaram os colombianos, com crescimento de 175,4%. Similares porcentagens se estima aconteceram em 2014 e, para 2015 a tendência será sempre similar, ou seja, maiores porcentagens desses trabalhadores. Nos últimos três anos, a América Latina passou a ser a principal emissora de trabalhadores imigrantes para o mercado de trabalho brasileiro.
Nesses mais de 51 mil estrangeiros que conseguiram vistos de trabalho, não estão considerados, além de sul-americanos e haitianos, aqueles estrangeiros que vem trabalhar por períodos curtos. Esses foram em torno de 10 mil que vieram ao Brasil para trabalhar, por exemplo, na manutenção de equipamentos.
No último ano, também incrementaram o mercado formal brasileiro, imigrantes espanhóis e franceses (Europa); angolanos (África); mexicanos e cubanos (América Latina) além de paquistaneses e indianos (Ásia).
Fuente:estrangeirosbrasil.com.br